Um conjunto de poemas que pretende demonstrar a fragilidade do ser humano, em diálogo com a realidade social. A necessidade de refundar as pontes de convergência é aqui elemento de ligação entre o texto e o ambiente, em busca de ligações perdidas, ressaltando a consciência de que, afinal, humanos somos todos. «Não se procuram caminhos / As estradas estão cerceadas / Pelo único vento que move moinhos / E arrasta os homens de hoje / Como ontem nas galeras / A vida é um bem que foge»